quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Obturador


O obturador é um dispositivo que controla o tempo de exposição do filme enquanto vai abrindo e fechando.
Uma espécie de cortina protectora da luz (que protege a câmara), só é aberto quando é acionado o disparador. Encontra-se no interior do corpo da câmara logo após do diafragma.

A velocidade é um dos factores usados para mudar o resultado final da fotografia.
O seu tempo de abertura tem de ser apropriado ao ISO do filme assim como da selecção da câmara digital utilizado.


As velocidades deste dispositivo são subdivididos em baixa, média e alta. Baixa ( de 1 a 30), média ( de 60 a 250) e alta ( de 500 até 8.00).

Visores


Há dois tipos de visores: o directo e o reflex ( ou indirecto). No primeiro a imagem é captada por uma janela por cima da lente e o que o fotógrafo está a ver vai ser diferente do resultado final.

Visor para câmaras não reflex ( visor interno) é separado da lente, o que causa diferenças entre o que está a ser visto e de como a fotografia será.

Objectivas


A objectiva é a lente fotográfica (elemento óptico que foca a luz da imagem no material sensível de uma câmara digital.
Podem ou não estar introduzidas no corpo da câmara. Permite controlar a intensidade da luz, a distância focal de uma objectiva ( medida em milímetros) o grau de ampliação da imagem e o seu ângulo de visão. Diz-se uma objectiva normal se for de 50mm. que correspondem aproximadamente ao ângulo de visão do olho humano.

E às que têm para baixo de 50 mm. são consideradas de grande angular visto que proporcionam um maior ângulo de visão e todas as objectivas que tenham mais de 50 mm. chamam-se teleobjectivas pois o seu ângulo de visão é inferior.

Tipos de corpos


Ao longo dos tempos, a câmara fotográfica foi evoluindo embora a sua concepção fosse sempre a mesma. E desde entao foram-se aperfençoando estas coisas que servem para tirar fotografias, o design foi melhorado, o tamanho diferenciado, isto é, foram-se construindo máquinas de diferentes tamanhos e feitios, cores, etc.

E os formatos de câmaras que podemos encontrar são: as câmaras de grande formato, as câmaras de médio formato e as câmaras de pequeno formato.

As câmaras de grande formato: são as mais usadas pelos estúdios, essencialmente devido à sua excelente capacidade de fornecer negativos e cromos de tamanhos que melhoram a qualidade de reprodução do que as dos restantes formatos.


As câmaras de médio formato: são as possuidoras de negativos de 6x6cm., 6x7cm., 6x4,5cm., e 6x9cm., etc. Geralmente as marcas mais utilizadas e do conhecimento do público são: Hasselblad, Rolleyflex, Bronca, entre outras.


As câmaras de pequeno formato: conhecidas também pelas câmaras de 35mm., que são as que usam os filmes de rolo 24x36mm. de área, embora não sejam muito utilizadas para fotos de produtos possuem uma abundante versatilidade e rapidez de manuseio.

A câmara fotográfica


Câmara/camera fotográfica ( ou máquina fotográfica) designa-se como um dispositivon utilizado para capturar imagens ( que na sua maioria são fotografias), única ou sequencialmente, pode ou não ter som.

Em suma, globalmente uma máquina fotográfica, seja qual for, segue um princípio: uma caixa preta com um buraco por onde a imagem é capturada pelo qual entram os raios do espectro visual.

Existem variadíssimas câmaras, de várias cores, formatos, feitios, com características diferentes. E, as mais sofisticadas contêm um mecanismo que através da sua conjugação permitem obter a exposição ideal. É possivél dividir as máquinas fotográficas em dois aspectos: o formato da imagem que realizam e a própria construção da câmara.
Bem como da construção da máquina predominamdois grandes grupos: as câmaras de objectiva fixa e as câmaras de objectiva intermutáveis.
A diferença está exactamente no facto de as câmaras de objectiva intermutáveis permitirem a troca de objectivas fotográficas enquanto que as câmaras de objectiva fixa não.


Quanto ao formato de imagem podem-se dividir em três grupos: as cârmaras de pequeno formato, as câmaras de médio formato e as câmaras de grande formato ( cada qual com as suas dimensões de imagem.

Pinhole


A câmara pinhole é uma máquina fotográfica sem lente. A designação tem por base o inglês, pin-hole, "buraco de alfinete" e é usada para referir a fotografia estenopeica.
É prática e económica pois usufrui de uma simples caixa na qual a luz não entre.

A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da camera, e sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao buraco contrario.

Para revelar uma imagem relativamente nitida o orifício tem de ser pequeno na ordem de 0,02 polegadas (0,5 mm) ou menos.
O obturador da câmera pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz .

Quimicos




Louis Daguerre que em 1835 descobriu uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata que para além de estar à vista não se via imagem nenhuma, guardou-a nUm armário e no dia seguindo quando o foi abrir encontrou uma imagem revelada.

Experiementou coisas novas, por eliminação e com outros produtos que lá estavam ( no armário) o que o levou a descobrir que a imagem latente foi revelada graças ao mercúrio.

A sensibilidade dos materiais sensivéis



A decisiva descoberta coube a Louis Daguerre que em 1835 descobriu uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata que para além de estar à vista não se via imagem nenhuma, guardou-a nUm armário e no dia seguindo quando o foi abrir encontrou uma imagem revelada.

Experiementou coisas novas, por eliminação e com outros produtos que lá estavam ( no armário) o que o levou a descobrir que a imagem latente foi revelada graças ao mercúrio.

Dois anos depois já tinha padronizado o processo embora com grandes problemas: a imagem saía invertida e com um contraste muito baixo. E a imagem formada na chapa continuava sensível à luz e rapidamente desaparecia. Este problema foi solucionado por Daguerre quando desvendou o facto de mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A imagem estenopeica (invertida)




Estenopeica é uma fotografia realizada com estenopo.
É também o pequeno furo responsável pela intercepção do trajecto da luz reflectida por um objecto, qualquer que ele seja.

Este processo normalmente é designado como fotografia pinhole.

Para além de não utilizar lentes é mesmo interessante pois resulta da adaptação de uma caixa qualquer com o interior enegrecido e usando qualquer emulsão permite a captação de imagens.

A câmara escura


A câmara escura (compartimento totalmente escuro com um pequeno orifício), desde a sua descoberta continuou a ser usada ao longo dos séculos e serviu para apoiar o registo de imagens utilizadas pelo processo do desenho.


Num determinado século foi-lhe "juntado" (ao oríficio) um sitema óptico a fim de melhorar a qualidade da imagem desed então passou-se a chamar máquina fotográfica/câmara fotográfica.


Algumas desta "espécie" foram construídas para atrair os turistas se bem que são raras.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Criação de um logótipo 3D




Na disciplina de Comunicação Gráfica Audiovisual a primeira parte do módulo 3 foi fazer um logótipo com o nome da disciplina e o nome da escola (tudo no mesmo logótipo).
Com as respectivas siglas: C.G.A. (Comunicação Gráfica Audiovisual) e ESMGA (Escola Secundária Dr.Manuel Gomes de Almeida), o resultado dá CGA_ESMGA tal como está na imagem.
Isto só foi possivél graças a um programa chamado Cinema 4D, que dá para fazer milhares de coisas e nós estivemos a explorá-lo e, das milhares de funcionalidades nós apenas explorámos um terço.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Percepção Cromática


Cores primárias:são mais facilmente decodificadas pelo cérebro, portanto agradam mais às crianças e ao público menos intelectualizado.

Cores vibrantes: provocam reações mais impulsivas e emocionais logo agradam mais a jovens e adolescentes.

Cores secundárias, terciárias e tonalidades:preferidas por adultos e pelo público mais intelectualizado, por promoverem arranjos cromáticos mais inusitados e sofisticados .

Cores neutras e escalas tonais:mais escolhidas pelos idosos por não proporcionarem contraste extremado e transmitirem a sensação de tranqüilidade.


Percepção é global e baseada em padrões e regras
∙ Princípios:
- Totalidade
- Isomorfismo (experiência consciente e atividade cerebral)
∙ Regras:
- Lei do fechamento
- Lei da Similaridade
- Lei da Proximidade
- Lei da Simetria
- Lei da Continuidade

A teoria Gestalt

A Psicologia da forma, Psicologia da Gestalt, Gestaltismo ou simplesmente Gestalt é uma teoria da psicologia que considera os fenómenos psicológicos como um conjunto autônomo, indivisível e articulado na sua configuração, organização e lei interna. A teoria foi criada pelos psicólogos alemães Max Wertheimer (1880-1943), Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1940), nos princípios do século XX. Funda-se na ideia de que o todo é mais do que a simples soma de suas partes. O termo Gestalt, em português, significa forma ou configuração, porém não muito utilizado em Psicologia por não condizer com seu significado nesta área especificamente. A Teoria da Gestalt estuda a percepção e a sensação do movimento, os processos psicológicos envolvidos diante de um estímulo e como este é percebido pelo sujeito.

Percepção Visual

Percepção visual, no sentido da psicologia e das ciências cognitivas é uma de várias formas de percepção associadas aos sentidos. É o produto final da visão consistindo na habilidade de detectar a luz e interpretar (ver) as consequências do estímulo luminoso, do ponto de vista estético e lógico. Na estética, entende-se por percepção visual um conhecimento teórico, descritivo, relacionado à forma e suas expressões sensoriais. Um tipo de talento, uma característica desenvolvida como uma habilidade de um escultor ou pintor que diferencia os pontos relevantes e não-relevantes de sua obra. Para que depois de pronta - em uma análise mais detalhada - possa explicar os atributos ali contidos. O Sistema Óptico Ocular é formado por um complexo esquema fisiológico o qual permite interpretar não somente a sensação de Cor, mas também a profundidade, textura, movimento etc. O qual é formado basicamente pelos globos oculares (olhos), nervos ópticos, corpos geniculares laterais e as áreas de visões.

Artes visuais- função e mensagem


Na teoria da comunicação, a mensagem é a manifestação física da informação produzida por uma fonte de informação e que se destina a alguém. Na prática, todo o texto escrito que se envia a alguém ilustra uma mensagem, concebida como uma um conjunto organizado de signos linguísticos.
O símbolo binário, ou seja dois, constitui-se como uma unidade de informação ~conhecida como bit, que é um acrónimo da expressão inglesa binary digit, ou seja, dígito binário, e traduz a menor unidade de informação que um computador pode usar. A linguagem humana é no total bem organizada e mais complexa do que a que é utilizada nos computadores na transferência de informação ordenada sob a forma de mensagem.
A teoria da comunicação ignora o significado intrínseco da mensagem, pois o que avalia nesse processo de transmissão é uma forma de comunicação e não um contéudo interpretável.

Elementos básicos da comunicação visual (ponto, linha, textura, plano, ritmo...)

O elemento básico Cor possui as cores neutras preto e branco que reflectem melancolia musical, a obscuridade e solidão que a música demonstra e até o seu ritmo sereno e tranquilo. A cor vermelha, além de fazer a analogia com o título musical (Kiss From a Rose – rosa, cor vermelha), representa o ponto mais forte, no auge da música, a liberdade e o calor entre a melancolia. Em relação á Linha, toma várias formas, com intuito de indicar várias acções. Geralmente são representadas por linhas rectas, contínuas revelam a ideia de continuidade, de invariável. Representam triângulos e rectângulos. No interior das “calotas de gelo” optou-se por uma linha mais grossa para dar a ideia de textura, simbolizando a transição de timbres baixos para timbres altos e mais fortes. O elemento básico Ponto é usado nas “pétalas”, onde estão vários consagrados num, sem dar importância á forma, querendo um movimento disperso, abstracto e propagador. A cor é um factor importante no ponto, porque lhe confere a personalidade desejada. Quanto ao elemento básico Movimento, está presente ao longo da interpretação musical, nas linhas e formas, nas “pétalas” que propagadas pela interpretação dão a ideia de estarem a esvoaçar. No caso da Dimensão difere na largura das formas rectangulares simbolizando os tons mais longos e tons mais curtos, dando um certo movimento á interpretação visual.

Anatomia da mensagem visual


Expressamos e recebemos mensagens visuais em três níveis: o representacional – aquilo que vemos e identificamos com base no meio ambiente e na experiência; o abstracto – a qualidade cinestésica de um fato visual reduzido a seus componentes visuais básicos e elementares, enfatizando os meios mais directos, emocionais e mesmo primitivos da criação de mensagens; e o simbólico – o vasto universo de sistemas de símbolos codificados que o homem criou arbitrariamente e ao qual atribuiu significados.

Uma reflexão da mensagem visual pressupõe uma breve análise sobre a correspondência com as funções comunicativas originadas pelos elementos do esquema comunicacional – destinador (emissor), mensagem, contexto, contacto, código e destinatário (receptor). (Modelo de JAKOBSON – 1960).
Em FISKE (ibid, p. 55-57), a partir do modelo referido de JAKOBSON, essas funções são assim definidas:
Função referencial – estabelece a relação entre objecto e a mensagem
Função emotiva ou expressiva – descreve a relação da mensagem com o emissor. Tem por objectivo comunicar as emoções, as atitudes, o estatuto, a classe do emissor.

Introdução ao alfabeto visual

A comunicação por meio de imagens e elementos visuais relacionados é denominada "comunicação visual". Os humanos empregam-na desde o amanhecer dos tempos. Na realidade, ela é predadora de todas as linguagens escritas. Chamamos alfabetização visual à sensibilidade à forma como as imagens são utilizadas e manipuladas para conter mensagens precisas e reunirem informação. Na sua forma mais básica, a alfabetização visual é a capacidade de entender o que está a ser visto numa imagem, incluindo certas convenções tais como perspectiva e profundidade. A níveis superiores, no entanto, a alfabetização visual incluí o entendimento da manipulação visual e apreciação estética dos meios visuais e de comunicação. O impacto de imagens sobre o consciente e o inconsciente é reconhecido como sendo muito grande. Um criador multimédia tem de aprender como usar este impacto para o melhor efeito.

sábado, 5 de dezembro de 2009