sábado, 17 de abril de 2010

A difusão da luz


Estamos perante a difusão da luz quando, na atmosfera, a luz encontra muitas partículas microscópicas que irão reenviar a luz em todas as direcções. Imaginemos a seguinte situação (pura ficção ):

- A atmosfera será simulada por um tubo cheio de um líquido translúcido. As partículas atmosféricas são representadas por esferas muito pequenas transparentes (esta é a parte da ficção), de seguida imaginemos que é colocada uma fonte luminosa numa extremidade do tubo. Consta-se assim que a luz à medida que avança pelo tubo vai-se tornando cor-de-laranja.
E por que é que isto acontece?
Porque a luz ao percorrer uma espessa camada de partículas perdeu por difusão o verde e o azul logo tornar-se-á vermelha e cor-de-laranja.

A absorção da luz


Absorção da luz é quando temos, por exemplo, a luz incidente em S não se reflecte e não se refrata ( reflexão e refracção da luz) logo a luz é absorvida em S, que a aquece, isto ocorre maioritariamente, por exemplo, nos corpos de superfície preta, ou seja, corpos negros.
Quando os raios de luz atingem uma superfície, elas participam de três ocorrências: reflexão, refração e absorção simultaneamente, dependendo do material e da superfície.
Estes três aspectos estão ligados entre si porque a reflexão e a refracção só podem acontecer devido à absorção, sendo que a luz ( no caso da reflexão) só é reflectida se quando é absorvida pelo objecto para ser reflectida para o local onde se estava a propagar e no caso da refracção só pode ser reflectida se a luz for absorvida para mais tarde ser desviada do local pelo qual se estava a propagar para um outro lugar.

A reflexão da luz



Reflexão da luz é o processo no qual ocorre a mudança da direcção da propagação da luz, isto só se o raio de incidência não for de 90º. Basicamente é o retorno dos feixes de luz incidentes em direcção à região de onde ela veio.

Quando a luz bate, ou passa por um determinado objecto e volta para o local onde se estava a propagar é quando sofre reflexão, esta que é diferente da reflexão porque a refracção é exactamente o desvio da luz para um local diferente daquele em que se estava a propagar.

Existem dois tipos de reflexão: reflexão regular e reflexão difusa.

E depois existem as chamadas leis da reflexão, que são duas:

-1° lei – O raio incidente, o raio refletido e a normal são coplanares, ou seja, pertencem ao mesmo plano.
-2° lei – O ângulo de reflexão é igual ao ângulo de incidência, ou seja, r = i.

A incidência da luz


Imaginemos que a incidência da luz da luz é perpendicular a uma superfície cristalina anisotrópica, isto é, o ângulo de incidência i é igual a zero. Aqui os índices de refracção que irão estar associados a um raio de luz vão ser aqueles perpendiculares à direcção pelo qual se irão propagar.

Para uma normal incidência de um raio de luz numa secção qualquer irão aparecer dois novos raios de luz que terão direcções paralelas.

Estes dois novos raios estarão contidos nos planos que as rectas e as direcções de propagação irão definir

As suas direcções de propagação vão ser aquelas que os raios definirem numa determinada situação.

Se o raio de luz estiver polarizado os raios de incidência refractados dependerão da direcção de polarização da luz.

A frequência da luz


As ondas de propagação da luz também têm muitas frequências. Entende-se por frequência o número de ondas que passa por um ponto no espaço durante um intervalo de tempo, geralmente um segundo.
A frequência da luz é medida em unidades de ciclos por segundo ou Hertz (Hz). A frequência de luz visível é chamada de cor e vai variando entre quatrocentos e trinta triliões de Hz (Hertz), sendo vermelha, vai até setecentos e cinquenta triliões de Hz, e é vista como violeta.
A escala total de frequências vais além do espectro visível que tem menos de 1 bilião de Hz e o mesmo acontece nas ondas de rádio até mais de três biliões de Hz tal como nos raios gama.

Tal como já foi dito antes as ondas de luz são ondas de energia (radiante). A quantidade de energia de uma onda de luz está proporcionalmente relacionada com a sua frequência, ou seja, uma luz de alta frequência tem uma alta energia ao invés que uma luz com uma baixa frequência tem uma energia baixa. Logo , os raios gama têm a maior energia e as ondas de rádio têm a menor. Das luzes visíveis, o violeta tem mais energia e o vermelho tem menos

A propagação da luz


Em tudo o que é lado e que haja luz, está provado por diversas experiências que a luz se propaga em linha recta e em todas as direcções.
Podemos e devemos de chamar raio luminoso à linha que nos indica a direcção para a qual a luz se está a propagar. Designamos por feixe ao conjunto de raios que parte de um ponto.
E se esse ponto por onde partem os raios estiver muito distante esses mesmos raios são considerados paralelos. Por exemplo, se estivermos em casa com as luzes todas apagadas e se tivermos a janela um bocadinho aberta podemos observar a trajectória da luz que será recta (a trajectória).
Da mesma forma que se furarmos várias vezes as paredes de uma caixa opaca e no seu interior colocarmos uma lâmpada ou uma vela acesa chegamos à conclusão que a luz sai por todos os buraquinhos feitos antes de se colocar lá dentro a vela ou a lâmpada acesa, logo veremos que a luz propagar-se-á em todas as direcções.

A energia electromagnética




A energia electromagnética como ocorre no Universo, logo sempre esteve presente na Terra. A principal fonte natural de radiação mais intensa à qual normalmente estamos expostos electromagnética é o Sol.
Mas há outras fontes de radiação electromagnética que foi inventada e desenvolvida pelo ser humano que deu origem ao crescimento tecnológico, às mudanças no comportamento da sociedade e também alterações nos hábitos de trabalho característicos de uma população em crescimento e em desenvolvimento.

E estas ondas electromagnéticas artificiais, podem ser: as antenas de telecomunicações, as linhas de alta tensão, os aparelhos eléctricos, electrodomésticos, etc.
Logo, à luz visível os raios X são as normalmente chamadas “ondas de rádio”.

O comportamento físico da luz



O comportamento físico da luz começou por ser estudado pelo físico inglês Isaac Newton que demonstrou, através de diversos estudos que a luz branca poderia ser decomposta em diversas cores e que isto só seria possível graças a um prisma, este processo denomina-se fenómeno da dispersão da luz.

Foi a demonstração também com a utilização de um disco colorido que todas as cores somadas dariam a cor branca. Newton usou estes conceitos para estudar e analisar detalhadamente a luz.


Como sabemos a luz pode ser caracterizada fisicamente, logo é uma forma de energia radiante.
Isto da energia radiante é a energia que se propaga através das ondas magnéticas das quais se pode destacar as ondas de rádio, TV, microondas, raios X, raios gama, radar, raios infravermelho, radiação ultravioleta e luz visível.

As ondas electromagnéticas têm uma velocidade de propagação muito característica que no vácuo vale aproximadamente trezentos mil quilómetros por segundo.

Podendo ter este valor reduzido em meios diferentes do vácuo, sendo a menor velocidade até hoje medida para tais ondas quando atravessam um composto chamado condensado de Bose-Einstein, comprovada numa experiência recente.



MÓDULO 5- LUZ E PIGMENTO

quinta-feira, 18 de março de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Operações de manipulação e de edição de imagem


As mais comuns são a captura e preparação de bitmaps para a criação de aplicações multimédia, estão disponiveís em diversos programas de edição de imagem, o Photoshop e muitos mais.
Destas operações predomizam 7 categorias principais: as operações de edição, operações sobre pontos, operações de filtragem, operações composição, transformações geométricas, operações de conversão entre formatos e operações de conversão de imagem.
São utilizadas essencialmente para editar/retocar as imagens e são basicamente as ferramentas de airbrushing e texturing aplicações de autoria de imagem.

Bimaps
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Um bitmap ou pixmap é um tipo de organização de memória ou no formato de arquivo de imagem utilizado para armazenar imagens digitais (isto em computação gráfica).

Exportação (formatos)


Existem variadíssimos formatos de imagem, e como tal são usados de forma diferente em programas diferentes e para fins diferentes.

Ou seja, dependendo do programa que estamos a utilizar o formato da imagem vai ser diferente, normalmente o mais connhecido é o JPEG. Se estivermos a fazer um trabalho gráfico e quizermos exportá-lo para termos a sua imagem termos que o exportar em JPEG.
No entanto há outros tipos de formato igualmente interessantes mas para outras coisas, dando como exemplo o formato GIF, é aquele em que as imagens têm movimento, por exemplo, se estivermos na internet num daqueles sites de personalização de texto e fizermos o nosso nome com brilhos e personalizações em movimento e quizermos guardar a imagem no nosso computador vai ser guaradada no formato JPEG embora o seu verdadeiro formato seja GIF.

Nem sempre a qualidade da imagem que vemos no computador vai ser a mesma quando a passarmos para o papel e como tal há que fazer uns ajustes à resolução da imagem.

Normalmente obtém-se os resultados mais esperados se exportarmos as imagens do SketchUp no formato TIF e PNG.

Dimensão/Resolução


De certo que já nos aconteceu a todos termos uma fotografia da qual gostamos muito e queremos pô-la como fundo do ambiente de trabalho dos nossos computadores e ela aparecer aos quadrados, isso acontece devido ao número de pixels que ela contém.
A dimensão das imagens bitmaps- são grandes e rectangulares e a sua dimensão não é nada mais nada menos do que os pixels que ela contém.
As dimensões mais utilizadas nas imagens são: 640x480, 800x600 e 1024x 768.

Resolução das imagens bitmaps- é o nº de pixels existentes em cada unidade de medida. Por exemplo, se falarmos em polegadas então falamos do nº de pixels por polegada (PPI). Se definirmos a resolução como 47ppi, é porque em cada polegada irá conter 47 pixels.
Quanto maior for a resolução menor será o tamanho da imagem.

Fotocomposição


Fotocomposição é a composição tipográfica feita por projecção de caracteres sobre papel fotossensível.

Foi introduzida em 1944 mas só entrou em vigor nos primeiros anos do decénio de 1950.
As duas primeiras fotocompositoras foram o aparelho francês Photon e Fotosetter da empresa Intertype.
Foi designada "composição a frio" (Cold Type) opondo-se à linotipia chamada "composição a quente" [ Hot Type].

Antes da difusão e da popularização de fontes através da digitalização veio a fotocomposição que é essencialmente a passagem de desenhos do caractér de metal para suportes fotográficos.

Retoque de imagens


Existem vários programas de edição de imagem e uma das muitas funções é a possibilidade de retocar as imagens e, desta forma, atingir a qualidade da foto desejada porque, por vezes, aparecem coisas que não deveriam aparecer logo naquela foto que tanto gostamos, mas é possivél tirá-las com as ferramentas de retoque de imagem dos diversos programas.

Um exemplo dessas ferramentas é a Akvis Retoucher, a sua função é restaurar as fotografias velhas e retirar as suas imperfeições, textos e tudo o resto que não é desejado e que está a mais.

E um exemplo de um programa que possibilita o retoque de imagens é o GIMP (GNU Image Manipulation Program) que além das suas múltiplas funções também possui do desenho vectorial.

Compressões




Compressão de imagens no âmbito de informática é essencialmente comprimir dados em imagens digitais.
O objectivo é reduzir o tamanho dos ficheiros, neste caso, das imagens de forma a guardá-las de forma inteligente.

Os tipos de compressão podem ser com ou sem perda de dados.
A compressão sem perda de dados- geralmente é aplicada em imagens nas quais a qualidade e fidelidade da imagem são de extrema importância. Pode-se dar como exemplos neste tipo de compressão os formatos PNG e TIFF.
A compressão sem perda de dados- é o tipo de compressão utilizado quando a portabilidade e a redução da imagem são mais importantes do que a qualidade. O formato JPEG e GIF são exemplos deste tipo de compressão.

Protocolos


Um protocolo é um método que proporciona a comunicação entre processos, ou seja, um conjunto de regras e procedimentos para emitir e receber dados numa rede. Existem muitos tipos de protocolos mas, por exemplo, alguns deles são unicamente para trocar ficheiros ( o FTP) outros servirão apenas para o estado de transmissão e os erros ( como o ICMP).

Os protocolos seguem uma sequência denominada TCP/IP e desta sequência fazem parte os seguintes protocolos: HTTP, FTP, ARP, ICMP, IP, TCP, UDP, SMTP, Telnet e NNTP.

Software de tratamento de imagem




O software de tratamento de imagem vem integrado nos programas para este efeito.
E de tudo o que já falei sobre o tratamento de imagem, desde o retoque de imagens, as operações de manipulação e de edição de imagem, etc., o software é o conjunto de isso tudo.

Graças a este software com uma imagem, hoje em dia, com os programs certos fazemos tudo o que quizermos com ela, desde esticá-la ou encolhê-la, escurecê-la ou clareá-la, escrever nela ou retirar-lhe algum texto indesejado, etc., etc., etc.

Funções da câmara


As máquinas fotográficas digitais geralmente vêm com numerosas funções, entre as quais:

A exposição automática, a exposição correcta, o flash, o zoom óptico, o zoom digital, etc.

Exposição automática- A câmara necessita que uma quantidade adequada de luz seja reflectidade no objecto a fotografar. A maioria das máquinas fotográficas digitais encarregam-se da exposição correcta fazendo todos os ajustes necessários.

Exposição correcta- resulta essecialmente do controlo da exposição automática e funciona bem quando os níveis de luz necessário estão adequados pelo cenário da fotografia em questão.

Flash- Geralmente já é uma característica da maioria das máquinas fotográficas. Costumam ter três ajustes: automático, ligado e desligado.

Zoom óptico- Apenas recentemente inserido nas câmaras fotográficas digitais, ajusta fisicamente a distância entre as lentes na câmara.

Zoom digital- é este tipo de zoom que é utilizado para aumentar uma imagem por meio da ampliação de parte do objecto. Geralmente mais potentes do que os zoom's ópticos embora a qualidade da imagem vá piorando à medida que é aumentado ( quanto mais ampliamos a imagem com o zoom digital menor é a informação que ele capta) .

Tipos de cartões de memória




Os cartões de memória são utilizados em diversos aparelhos desde câmaras digitais, telemóveis, mp3 players e mesmo os próprios computadores.
Há de diferentes tamanhos, formas, preços, capacidade de memória e feitios. Construídos desde a década de 1990, grandes ou pequenos e dedicados a diferentes aparelhos.
Os principais tipos de caryões de memória existentes no mercado são: o SD, MiniSid, MicroSD, Memory Stick, PC Card e xD-Picture Card.
E para além de fáceis de usar e transportar, têm óptimas e rigorosas condições de uso e armazenamento.

Transferência de dados


Existem diversas formas de transferir dados de um dispositivo de armazenamento para o computador, ou entre esses dispositivos, entre as quais:
-Por cabos de dados ( Caso seja de um dispositivo de armazenamento para o computador);

- Por protocolos como o bluetooth, infravermelhos, etc. ( Se for o caso de a transferência ser entre dispositivos.


A mais usual ( dos protocolos como o bluetooth e os infravermelhos) é o bluetooth, hoje em dia tudo o que seja possivél transferir, por exemplo, entre telemóveis desde imagens, músicas, videos etc., só é possivél graças a este software. Praticamente todos os telemóveis da actualidade já vêm com ele integrado sem que por isso se tenha de pagar um preço muito elevado.