quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Funções da câmara


As máquinas fotográficas digitais geralmente vêm com numerosas funções, entre as quais:

A exposição automática, a exposição correcta, o flash, o zoom óptico, o zoom digital, etc.

Exposição automática- A câmara necessita que uma quantidade adequada de luz seja reflectidade no objecto a fotografar. A maioria das máquinas fotográficas digitais encarregam-se da exposição correcta fazendo todos os ajustes necessários.

Exposição correcta- resulta essecialmente do controlo da exposição automática e funciona bem quando os níveis de luz necessário estão adequados pelo cenário da fotografia em questão.

Flash- Geralmente já é uma característica da maioria das máquinas fotográficas. Costumam ter três ajustes: automático, ligado e desligado.

Zoom óptico- Apenas recentemente inserido nas câmaras fotográficas digitais, ajusta fisicamente a distância entre as lentes na câmara.

Zoom digital- é este tipo de zoom que é utilizado para aumentar uma imagem por meio da ampliação de parte do objecto. Geralmente mais potentes do que os zoom's ópticos embora a qualidade da imagem vá piorando à medida que é aumentado ( quanto mais ampliamos a imagem com o zoom digital menor é a informação que ele capta) .

Tipos de cartões de memória




Os cartões de memória são utilizados em diversos aparelhos desde câmaras digitais, telemóveis, mp3 players e mesmo os próprios computadores.
Há de diferentes tamanhos, formas, preços, capacidade de memória e feitios. Construídos desde a década de 1990, grandes ou pequenos e dedicados a diferentes aparelhos.
Os principais tipos de caryões de memória existentes no mercado são: o SD, MiniSid, MicroSD, Memory Stick, PC Card e xD-Picture Card.
E para além de fáceis de usar e transportar, têm óptimas e rigorosas condições de uso e armazenamento.

Transferência de dados


Existem diversas formas de transferir dados de um dispositivo de armazenamento para o computador, ou entre esses dispositivos, entre as quais:
-Por cabos de dados ( Caso seja de um dispositivo de armazenamento para o computador);

- Por protocolos como o bluetooth, infravermelhos, etc. ( Se for o caso de a transferência ser entre dispositivos.


A mais usual ( dos protocolos como o bluetooth e os infravermelhos) é o bluetooth, hoje em dia tudo o que seja possivél transferir, por exemplo, entre telemóveis desde imagens, músicas, videos etc., só é possivél graças a este software. Praticamente todos os telemóveis da actualidade já vêm com ele integrado sem que por isso se tenha de pagar um preço muito elevado.

A calibração dos brancos




Relativamente à calibração dos brancos pode-se inserir os quatro C's do Gerenciamento de Cores.
Gerenciar cores (relativamente à indústria gráfica, imagem digital, fotografia, sinalização....) envolve procedimentos que se podem caracterizar por 4 C's tais como: Calibração, Consistência, Caracterização e Conversão.

Calibração é o que torna os periféricos capazes de produzir cor sob uma condição balanceada.

A calibração densitométrica não é apenas a definição das densidades máximas de uma área de 100%, é ainda a reprodução linear de regiões de baixas, médias e altas luzes.

Quanto a monitores, a calibração irá garantir que o equilibrío cromático entre os canais RGB, assim como a especificação e ajuste do ponto de branco do monitor seja perfeito. Isto sucede-se com igual importância nas máquinas fotográficas.

Resolução e sensibilidade do sensor



A resolução dos sensores digitais coloridos é especificada pelo total de pixels e sensores digitais preto-e-branco pela quantidade de elementos fotossensíveis
Um único photosite dá a medida de resolução em imagens preto-e-branco. A resolução de imagem a cores é dada em uma unidade de três photosites, ou um pixel.
Na realidade, os sensores que recebem uma camada de filtros de Bayer utilizam quatro photosites por pixel: 2 para o verde, um para o vermelho e um para o azul.
Em 2007, seis ou até nove photosites podem representar uma nova unidade mínima de resolução, agora rejuntando luminosidade e cor.
Em 2008, um sensor digital que equipa câmeras compactas de 8 megapixels apresenta tipicamente uma lineatura (ou resolução) de cerca de 500 linhas de pixels por milímetro.


Sensores de imagens não são sensíveis apenas à luz visível, são sensíveis também a raios ultravioletas e infravermelhos. Esta característica é controlada tendo por paradigma a sensibilidade espectral de um observador humano padrão.

Os filtros separadores de cor são aplicados integralmente em sistemas com três sensores de imagens .
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CCD


CCD é um tipo de sensor usado para a captação de imagens que significa Charge-coupled device ou Dispositivo de Carga Acopolada.
É constituído por um circuito integrado possuidor de uma matriz de capacitores ligados/acopolados e, são usados para fotografia digital, imagens de satélites, equipamentos médico-hospitalares e em astronomia.

Actualmente as câmaras fotográficas incorporam os CCD's com capacidade para 160 milhões de pixels. Os pexels são usados na resolução da imagem. E, a capacidade de resolução e detalhe da imagem vai depender do nº de células fotoeléctricas no CCD.

A câmara fotográfica digital




A película fotossensível requer posteriormente à aquisição de de imagens um processo de revelação e ampliação das cópias e, ao contrário deste processo, a câmara digital regista as imagens através de um sensor que entre outros podem ser: do tipo CMOS ou do tipo CCD.

Tipo CMOS- é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor e é um tipo de tecnologia utilizada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital.

Tipo CCD- designa-se charge-couple-device que em português significa Dispositivo de carga Acopolada, é um sensor para captação de imagens constituído por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acopolados).

A câmara digital armazena as imagens em cartões de memória. Pode suportar apenas um ou vários tipos de memórias, sendo as mais usuais: CompactFlash, tipos I e II, SmartMedia, MMC, e Memory stick e SD.

Existem diversas características exploradas pelos fabricantes de câmaras digitais entre as quais a resolução do sensor da câmara que é medida em megapixéis.

Diafragma


O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico.
É constituído por um conjunto de lâminas finas juntamente postas que se encontram dentro da lente e que permitem regularizar a intensidade da luz.

O valor do diafragma dá-se através de certos nºs que se designam por números f ou f-stop. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 44, 64... Quanto menor for o nº f, maior será quantidade de que ele permitirá passar e quanto maior for o número f, menor será a quantidade de luz que passará pelo diafragma.

Obturador


O obturador é um dispositivo que controla o tempo de exposição do filme enquanto vai abrindo e fechando.
Uma espécie de cortina protectora da luz (que protege a câmara), só é aberto quando é acionado o disparador. Encontra-se no interior do corpo da câmara logo após do diafragma.

A velocidade é um dos factores usados para mudar o resultado final da fotografia.
O seu tempo de abertura tem de ser apropriado ao ISO do filme assim como da selecção da câmara digital utilizado.


As velocidades deste dispositivo são subdivididos em baixa, média e alta. Baixa ( de 1 a 30), média ( de 60 a 250) e alta ( de 500 até 8.00).

Visores


Há dois tipos de visores: o directo e o reflex ( ou indirecto). No primeiro a imagem é captada por uma janela por cima da lente e o que o fotógrafo está a ver vai ser diferente do resultado final.

Visor para câmaras não reflex ( visor interno) é separado da lente, o que causa diferenças entre o que está a ser visto e de como a fotografia será.

Objectivas


A objectiva é a lente fotográfica (elemento óptico que foca a luz da imagem no material sensível de uma câmara digital.
Podem ou não estar introduzidas no corpo da câmara. Permite controlar a intensidade da luz, a distância focal de uma objectiva ( medida em milímetros) o grau de ampliação da imagem e o seu ângulo de visão. Diz-se uma objectiva normal se for de 50mm. que correspondem aproximadamente ao ângulo de visão do olho humano.

E às que têm para baixo de 50 mm. são consideradas de grande angular visto que proporcionam um maior ângulo de visão e todas as objectivas que tenham mais de 50 mm. chamam-se teleobjectivas pois o seu ângulo de visão é inferior.

Tipos de corpos


Ao longo dos tempos, a câmara fotográfica foi evoluindo embora a sua concepção fosse sempre a mesma. E desde entao foram-se aperfençoando estas coisas que servem para tirar fotografias, o design foi melhorado, o tamanho diferenciado, isto é, foram-se construindo máquinas de diferentes tamanhos e feitios, cores, etc.

E os formatos de câmaras que podemos encontrar são: as câmaras de grande formato, as câmaras de médio formato e as câmaras de pequeno formato.

As câmaras de grande formato: são as mais usadas pelos estúdios, essencialmente devido à sua excelente capacidade de fornecer negativos e cromos de tamanhos que melhoram a qualidade de reprodução do que as dos restantes formatos.


As câmaras de médio formato: são as possuidoras de negativos de 6x6cm., 6x7cm., 6x4,5cm., e 6x9cm., etc. Geralmente as marcas mais utilizadas e do conhecimento do público são: Hasselblad, Rolleyflex, Bronca, entre outras.


As câmaras de pequeno formato: conhecidas também pelas câmaras de 35mm., que são as que usam os filmes de rolo 24x36mm. de área, embora não sejam muito utilizadas para fotos de produtos possuem uma abundante versatilidade e rapidez de manuseio.

A câmara fotográfica


Câmara/camera fotográfica ( ou máquina fotográfica) designa-se como um dispositivon utilizado para capturar imagens ( que na sua maioria são fotografias), única ou sequencialmente, pode ou não ter som.

Em suma, globalmente uma máquina fotográfica, seja qual for, segue um princípio: uma caixa preta com um buraco por onde a imagem é capturada pelo qual entram os raios do espectro visual.

Existem variadíssimas câmaras, de várias cores, formatos, feitios, com características diferentes. E, as mais sofisticadas contêm um mecanismo que através da sua conjugação permitem obter a exposição ideal. É possivél dividir as máquinas fotográficas em dois aspectos: o formato da imagem que realizam e a própria construção da câmara.
Bem como da construção da máquina predominamdois grandes grupos: as câmaras de objectiva fixa e as câmaras de objectiva intermutáveis.
A diferença está exactamente no facto de as câmaras de objectiva intermutáveis permitirem a troca de objectivas fotográficas enquanto que as câmaras de objectiva fixa não.


Quanto ao formato de imagem podem-se dividir em três grupos: as cârmaras de pequeno formato, as câmaras de médio formato e as câmaras de grande formato ( cada qual com as suas dimensões de imagem.

Pinhole


A câmara pinhole é uma máquina fotográfica sem lente. A designação tem por base o inglês, pin-hole, "buraco de alfinete" e é usada para referir a fotografia estenopeica.
É prática e económica pois usufrui de uma simples caixa na qual a luz não entre.

A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da camera, e sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao buraco contrario.

Para revelar uma imagem relativamente nitida o orifício tem de ser pequeno na ordem de 0,02 polegadas (0,5 mm) ou menos.
O obturador da câmera pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz .

Quimicos




Louis Daguerre que em 1835 descobriu uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata que para além de estar à vista não se via imagem nenhuma, guardou-a nUm armário e no dia seguindo quando o foi abrir encontrou uma imagem revelada.

Experiementou coisas novas, por eliminação e com outros produtos que lá estavam ( no armário) o que o levou a descobrir que a imagem latente foi revelada graças ao mercúrio.

A sensibilidade dos materiais sensivéis



A decisiva descoberta coube a Louis Daguerre que em 1835 descobriu uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata que para além de estar à vista não se via imagem nenhuma, guardou-a nUm armário e no dia seguindo quando o foi abrir encontrou uma imagem revelada.

Experiementou coisas novas, por eliminação e com outros produtos que lá estavam ( no armário) o que o levou a descobrir que a imagem latente foi revelada graças ao mercúrio.

Dois anos depois já tinha padronizado o processo embora com grandes problemas: a imagem saía invertida e com um contraste muito baixo. E a imagem formada na chapa continuava sensível à luz e rapidamente desaparecia. Este problema foi solucionado por Daguerre quando desvendou o facto de mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A imagem estenopeica (invertida)




Estenopeica é uma fotografia realizada com estenopo.
É também o pequeno furo responsável pela intercepção do trajecto da luz reflectida por um objecto, qualquer que ele seja.

Este processo normalmente é designado como fotografia pinhole.

Para além de não utilizar lentes é mesmo interessante pois resulta da adaptação de uma caixa qualquer com o interior enegrecido e usando qualquer emulsão permite a captação de imagens.

A câmara escura


A câmara escura (compartimento totalmente escuro com um pequeno orifício), desde a sua descoberta continuou a ser usada ao longo dos séculos e serviu para apoiar o registo de imagens utilizadas pelo processo do desenho.


Num determinado século foi-lhe "juntado" (ao oríficio) um sitema óptico a fim de melhorar a qualidade da imagem desed então passou-se a chamar máquina fotográfica/câmara fotográfica.


Algumas desta "espécie" foram construídas para atrair os turistas se bem que são raras.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Criação de um logótipo 3D




Na disciplina de Comunicação Gráfica Audiovisual a primeira parte do módulo 3 foi fazer um logótipo com o nome da disciplina e o nome da escola (tudo no mesmo logótipo).
Com as respectivas siglas: C.G.A. (Comunicação Gráfica Audiovisual) e ESMGA (Escola Secundária Dr.Manuel Gomes de Almeida), o resultado dá CGA_ESMGA tal como está na imagem.
Isto só foi possivél graças a um programa chamado Cinema 4D, que dá para fazer milhares de coisas e nós estivemos a explorá-lo e, das milhares de funcionalidades nós apenas explorámos um terço.